Olhos brilhantes.Sorrisos desconcertados.Atos atordoados.Palavras erradas e muitas vezes xulas.Perguntas frequentes.Respostas faltantes.Cabeça confusa.Coração apaixonado.Ouvidos nem sempre atentos.Boca ora muito falante, ora tristemente lacrada.Só se abri para um pessoa.Só sorri para uma pessoa.Só responde a uma pessoa.Só se ama a uma pessoa.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Minha mente tenta decifrar a sua. Meus pensamentos procuram os seus. Minha boca procura a sua. E a cada dia mais eu sinto que minha vida depende da sua. Você me domina como alguém jamais dominou, você brinca e mexe com meus sentimentos, acredito que até sem querer, sem perceber, sem nem saber. Você pode me contrariar, mas nada me machuca tanto quanto você insisti em me contrariar na coisa em que eu tenho mais certeza, nessa coisa que é o amor. Você não entenderia, pra você isso não existe, mas uma pessoa pode errar e se arrepender, e pode aprender.
terça-feira, 26 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Me diz pra onde que ainda posso ir? Se sem você a vida que me resta é a que não presta? O que me atrai é o que não quero, se o que quero está tão longe. Se o que penso não se organiza. Se o que me acalma me destrói. - Não acho que estas só fazendo de conta, te dei meus olhos pra tomares contaAgora conta, como eis de partir?
Tatuagem
Quero ficar no teu corpo feito tatuagem
Que é pra te dar coragem
Pra seguir viagem
Quando a noite vem
E também pra me perpetuar em tua escrava
Que você pega, esfrega, nega
Mas não lava
Quero brincar no teu corpo feito bailarina
Que logo se alucina
Salta e te ilumina
Quando a noite vem
E nos músculos exaustos do teu braço
Repousar frouxa, murcha, farta
Morta de cansaço
Quero pesar feito cruz nas tuas costas
Que te retalha em postas
Mas no fundo gostas
Quando a noite vem
Quero ser a cicatriz risonha e corrosiva
Marcada a frio, a ferro e fogo
Em carne viva
Corações de mãe
Arpões, sereias e serpentes
Que te rabiscam o corpo todo
Mas não sentes
Que é pra te dar coragem
Pra seguir viagem
Quando a noite vem
E também pra me perpetuar em tua escrava
Que você pega, esfrega, nega
Mas não lava
Quero brincar no teu corpo feito bailarina
Que logo se alucina
Salta e te ilumina
Quando a noite vem
E nos músculos exaustos do teu braço
Repousar frouxa, murcha, farta
Morta de cansaço
Quero pesar feito cruz nas tuas costas
Que te retalha em postas
Mas no fundo gostas
Quando a noite vem
Quero ser a cicatriz risonha e corrosiva
Marcada a frio, a ferro e fogo
Em carne viva
Corações de mãe
Arpões, sereias e serpentes
Que te rabiscam o corpo todo
Mas não sentes
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